Ha 100 anos o extermínio da família Imperial Russa


Os 100 anos de um crime que envergonha o povo russo - A Revolução Russa de 1917 começou com um golpe de Estado e a dissolução de uma Assembleia Constituinte eleita pelo povo. Contudo, o acontecimento que mais prenuncia catástrofes do comunismo no século XX foi o extermínio da família Imperial russa, que foram executados pelos bolcheviques e acabaram com 300 anos da dinastia Romanov. 

O assassinato bárbaro e arbitrariamente covarde, na madrugada de 17 de julho de 1918 em circunstâncias ainda hoje objeto de controvérsia e motivo de vergonha para o povo russo. 

Após décadas da execução sumária, os restos mortais de Nicolau, sua esposa e três de suas filhas, Anastásia, Olga e Tatiana, foram encontrados em 1979, mas a descoberta só foi divulgada em 1991, durante o colapso da União Soviética. Foi necessário esperar até 1998 para que o governo russo identificasse oficialmente as ossadas. 

Em 17 de julho de 1998, os restos mortais foram enterrados com grande pompa na cripta da Catedral de São Pedro e São Paulo de São Petersburgo. “Esta execução constitui uma das páginas mais vergonhosas de nossa história”, declarou na ocasião o então presidente russo Boris Yeltsin.

 Em 2008, a Corte Suprema da Rússia reabilitou Nicolau II e sua família, ao considerá-los vítimas da repressão política bolchevique. Fato interessante é que um ano antes do extermínio dos Romanov, A Virgem de Fátima disse aos três pastorzinhos: "A Rússia espalhará seus erros pelo mundo". Ela estava certa!.


A primeira revolução comunista levou à morte de 20 milhões de pessoas. Outras revoluções de cunho marxista — na China, na África, no Leste Europeu e em Cuba — acabariam por superar a cifra de 100 milhões de mortes. O comunismo foi o maior genocídio de todos os tempos; é preciso lembrá-lo para jamais repeti-lo.

Fonte: Página Monarquia Brasil

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